| |
Ah, que isso, elas estão descontroladas!
Piada da semana: Gravadoras vão processar internautas por usar P2P.
Rá.
Rá.
Rá.
Escrito por Clara Crocodilo às 21h24
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Seu All Star azul combina com o meu, preto, de cano alto
O novo disco do Nando Reis, "A Letra A", já anda por aí, fresquinho e recheado de boas melancolias. A notícia mais interessante, entretanto, é que ele foi (ou será?) lançado em vinil duplo, com as letras do encarte datilografadas em tipos de máquina de escrever Olivetti. O único senão: a tiragem é de apenas 2.000 cópias.

O mundo é bão, Sebastião
O bar(ba)do ruivo também está com uma home page novinha em folha. Demora bastante pra carregar no primeiro acesso, o que é meio corta-tesão, mas depois vai rápido e gostosinho, além de ser extremamente bem feita e esteticamente ducarái - desde a cor (de papelão), passando pela estrutura de navegação (que passa, mesmo, na discografia), até os desenhos (que aparecem no link do "A Letra A").
Escrito por Clara Crocodilo às 17h16
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |

Momento dominatrix
Ninguém passa pela minha vida impunemente.
Escrito por Clara Crocodilo às 23h37
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Acerto de contas com o passado
"Deliberei vestir-me de tristeza como um rei se veste de púrpura. Sei que me esperam lágrimas nas pétalas de uma rosa."
Encontrei esse trecho - assim mesmo, entre aspas - na minha agenda de 97. Não sei o que me fez transcrever isso naquele momento porque, constrastando com a tal citação, eu estava num ano particularmente sorridente. De janeiro a dezembro. Como se todas as peças do quebra-cabeça estivessem se encaixando e resultassem numa imagem hipnótica, deslumbrante e eterna. Tampouco sei quem escreveu essas palavras, cheguei até a pesquisar na rede. Nada. Sei que não fui eu. Mas, como mostrou a antiga agenda cheia de compromissos e encantamentos, a gente se engana.
Escrito por Clara Crocodilo às 23h30
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Você, você
Que roupa você veste, que anéis? Por quem você se troca? Que bicho feroz são seus cabelos Que à noite você solta? De que é que você brinca? Que horas você volta?
Seu beijo nos meus olhos, seus pés Que o chão sequer não tocam A seda a roçar no quarto escuro E a réstia sob a porta Onde é que você some? Que horas você volta?
Quem é essa voz? Que assombração Seu corpo carrega? Terá um capuz? Será o ladrão? Que horas você chega?
Me sopre novamente as canções Com que você me engana Que blusa você, com o seu cheiro Deixou na minha cama? Você, quando não dorme Quem é que você chama?
Pra quem você tem olhos azuis E com as manhãs remoça E à noite, pra quem Você é uma luz Debaixo da porta?
No sonho de quem Você vai e vem Com os cabelos Que você solta? Que horas, me diga que horas, me diga Que horas você volta?
(Chico Buarque e Guinga - 1997)
Escrito por Clara Crocodilo às 22h21
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
|
|
|
|
|